terça-feira, 19 de julho de 2011

Oratória





Ministrei uma mini-aula sobre Técnicas de Oratória aos alunos/professores do Curso de Licenciatura em Computação UFRA/Bragança. A mini-aula foi uma exigência da disciplina Prática pedagógica I, orientada pela professora Adriana Aviz. Todos nós alunos da turma ficamos a vontade para ministrar a aula em nossa disciplina de atuação. Foi um verdadeiro “show”. Viajamos em progressão aritmética para conhecer o mapa do Brasil. O mundo das baleias revelou o encantamento da natureza marinha e nos chamou a atenção para a preservação do meio ambiente. A comunicação é um espetáculo e os movimentos do corpo são essenciais tanto para auxiliar na oratória quanto na boa postura. Pintamos o mundo conhecendo Monet e entendemos o quanto é bom saber realizar pausas em nossa escrita e porque não na vida? Nossas aulas foram exemplos de como trabalhar a interdisciplinaridade. 

terça-feira, 12 de julho de 2011

As múltiplas interpretações do texto

Quando falamos aos alunos que a atividade avaliativa consiste na interpretação de um texto, é um pânico geral. Ninguém sabe interpretar, dizem eles. Isto não é verdade, todos nós sabemos interpretar. É uma atividade inata ao ser humano. O que acontece na maioria das vezes ao ler um texto é a tentativa de achar que se pode dá qualquer interpretação, que também não deixa de ser um equívoco. Devemos, portanto, ler o explicito e o implícito e tirar conclusões a partir da leitura. Porém, não se pode negar que surgem interpretações de um único texto tão inusitadas que o autor daria rizada ao ler. Gostaria que o senhor Camões, com todo o seu espirito poético, tivesse lido o texto dessa vestibulanda, no mínimo ficaria desconcertado.
“O vestibular da Universidade da Bahia cobrou dos candidatos a interpretação do seguinte trecho de Camões: 'Amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que dói e não se sente, é um contentamento descontente, dor que desatina sem doer '.Uma vestibulanda de 16 anos deu a sua interpretação:”
“Ah, Camões!, se vivesses hoje em dia,
tomavas uns antipiréticos,
uns quantos analgésicos
e Prozac para a depressão.
Compravas um computador,
consultavas a Internet
e descobririas que essas dores que sentias,
esses calores que te abrasavam,
essas mudanças de humor repentinas,
esses desatinos sem nexo,
não eram feridas de amor,
mas somente falta de sexo!”


“A Vestibulanda ganhou nota DEZ, pela originalidade, pela estruturação dos versos, e das rimas insinuantes.
Foi a primeira vez que, ao longo de mais de 500 anos, alguém desconfiou que o problema de Camões era apenas falta de mulher.”
De fato, o texto só ganha sentido após sua leitura.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Minha experiências com o Ambiente Virtual de Aprendizagem - Moodle

Minhas primeiras experiências com o Ambiente Virtual de Aprendizagem (Moodle) iniciaram no Curso de Licenciatura em Computação pela UFRA. Após ter sido apresentado a turma no inicio do Curso pela professora France, comecei a visualizar os materias didáticos postados pelos professores e consequentemente postar meus trabalhos acadêmicos. Já uso essa plataforma a mais de um ano para fazer postagens e na Disciplina Sistema de Informação e Sistema de Conhecimento tive a oportunidade de acompanhar a instalação do Moodle com a orientação das professoras Silvana e Aleksandra. Acompanhei o passo a passo e percebi que o Moodle é uma excelente ferramenta de aprendizagem. As escolas deveriam ser orientadas a usá-lo e explorar as possibilidades de interação por ele oferecida. Como aluno do Curso pretendo levar as escolas esta ferramenta e incentivar o seu uso de forma criativa.